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| A
city girl in the country |
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Uma
garota urbana no meio do mato |
BRASILIA (DF)
- Spanning nine South American nations, the Amazon is the most
important rainforest on the planet, representing more than fifty
percent of the world’s remaining reserves. It encompasses three-fifths
of the entire Brazilian territory – an area equivalent to Quebec,
Ontario, Manitoba, Saskatchewan, Alberta and British Columbia combined.
It is home to thousands of birds and mammals species, tens of thousands
of plants and millions of insects – many of which are still awaiting
discovery.In order to conserve, monitor and manage this vital resource, Brazil has implemented a number of systems responsible for its protection (environmental), vigilance (criminal) and growth (economical). As part of her training, Talita B. Vicari – along with sixty other recently instated colleagues – spent six days in the remote north-western state of Amazonas to experience firsthand these efforts. Manaus is the capital and economic centre of
Amazonas and with nearly
two million inhabitants, fully half of the Amazon’s populace live here.
Businesses and individuals are drawn to the region by tax breaks
and incentives offered by the Brazilian government. First settled in
1669, Manaus has always been an important river port and even today
there are only two roads out of the city, both at times impassable
during the rainy season. Situated at the confluence of the clear Negro
River and the cloudy Solimões, these contrasting waters collide
in a spectacular natural phenomenon lasting several kilometres. Here
begins the Amazon River proper (at this stage anywhere from two to ten
kilometres in width) which is still used as a shipping and
transportation route to the coast, several days distant.Following the Negro River six hundred kilometres upstream, one will find the village of São Gabriel da Cachoeira, which can only be reached by boat or by plane – in the heart of the Amazon the rivers are the roads. Strategically located one hundred kilometres south of Venezuela and three hundred east of Colombia, the Brazilian army has a sizeable contingent based here to patrol the border region known as the “Dog’s Head”. Soldiers are extensively trained in jungle combat tactics and survival. Troops here use both automatic weapons and speedboats; they know they can eat any food that monkeys eat; and they can properly cut a cipó-d’água to get the water out. “But the army has many other responsibilities in the frontier region,” Talita interjects. “Besides monitoring the border, their social duties extend far beyond those of typical armies, and include very well organized medical care, education, and essential government services.” After navigating complex waterways a further nine hours (or a thirty minute flight by Hercules) one will reach Maturacá, part of a network of Brazilian border encampments. Maturacá is nestled at the foot of Pico da Neblina (Foggy Peak), the highest point in Brasil. These most remote of remote outposts are little more than an airstrip and a collection of squat buildings that house a few dozen soldiers along with their native recruits, whose homes are in the nearby jungle. There is little doubt however as to what – or who – left the greatest impression. “More memorable than any meeting of waters,” Talita says, “was meeting the people of the Amazon.” Ron Halliday can be reached at scotian.gold@portolan.ca for questions and comments, or if you would like to suggest a future topic for The Interloper to report on. |
BRASÍLIA (DF) -
Cobrindo nove nações da América do Sul, a
Amazônia é a mais importante floresta pluvial no planeta,
representando mais que cinqüenta porcento das reservas mundiais
restantes. Engloba três quintos do território
brasileiro inteiro – uma área equivalente às
províncias canadenses de
Quebec, Ontário, Manitoba, Saskatchewan, Alberta e
Colúmbia Britânica combinadas.
É o lar de milhares de espécies de
aves e mamíferos, dezenas de milhares de plantas e
milhões de insetos – muitos ainda esperando por serem
descobertos.De modo a conservar, monitorar e lidar com este vital recurso, o Brasil implementou um conjunto de sistemas responsáveis por sua proteção (ambiental), vigilância (criminal) e desenvolvimento (econômico). Como parte de seu treinamento, Talita B. Vicari – junto com mais sessenta colegas recentemente nomeados – passou seis dias no remoto Estado do Amazonas para vivenciar em primeira mão esses esforços. Manaus é a capital e centro econômico do Amazonas e com quase dois milhões de habitantes, um total de cinqüenta porcento da população amazônica mora aqui. Negócios e indivíduos são atraídos pela região por incentivos fiscais oferecidos pelo governo brasileiro. Primeiramente colonizada em 1669, Manaus foi sempre um importante porto fluvial e mesmo hoje existem somente dois caminhos para fora da cidade, ambos às vezes intransitáveis durante a estação úmida. Situadas na confluência do translúcido Rio Negro e do turvo Solimões, essas águas contrastantes colidem no espetacular fenômeno natural que se estende por vários quilômetros. Aqui começa o verdadeiro Rio Amazonas (neste ponto variando entre dois e dez quilômetros de largura) que é ainda usado como uma rota de escoamento e transporte até o litoral, alguns dias distante. Seguindo o Rio Negro seiscentos
quilômetros rio acima, se
achará a vila de São Gabriel da Cachoeira, que só
pode ser alcançada por barco ou por avião – no
coração da Amazônia os rios são as
estradas.
Localizada estrategicamente cem quilômetros ao sul da Venezuela e
trezentos ao leste da Colômbia, o exército brasileiro tem
baseado
aqui um contingente considerável para patrulhar a região
de fronteira chamada de “Cabeça do Cachorro”. Soldados
são
treinados intensivamente em táticas de combate e
sobrevivência na selva. Tropas aqui podem portar armas
automáticas e usar lanchas; eles sabem que podem comer qualquer
comida que virem macacos comendo; e como cortar corretamente um
cipó-d’água para beber a água lá
de dentro.“Mas o exército tem muitas outras responsabilidades na região de fronteira,” ressalta Talita. “Além de monitorar a fronteira, suas atividades sociais se estendem muito além das dos exércitos típicos, e incluem cuidados médicos, educação e serviços governamentais essenciais bem organizados.” Após navegar complexos cursos de água por mais nove horas (ou voar trinta minutos de Hércules) se alcançará Maturacá, parte da rede dos destacamentos de fronteiras brasileiras. Maturacá fica no sopé do Pico da Neblina, o ponto mais alto no País. Esses remotíssimos pelotões contam com pouco mais do que uma pista de pouso, uma coleção de prédios que abrigam algumas dezenas de soldados, e seus recrutas nativos, cujas moradias estão na floresta vizinha. Não resta, contudo, dúvida alguma sobre o que – ou quem – deixou a melhor impressão. “Mais memorável do que qualquer encontro das águas,” diz Talita, “foi o encontro com o povo da Amazônia.” Ronald Halliday pode ser contatado em scotian.gold@portolan.ca para perguntas e comentários, ou se você quiser sugerir um tópico futuro para O Interloper investigar. |
| RECENT HEADLINES | ![]() Talita B. Vicari is seen here with an Amazonian spotted jaguar, mascot of the Center of Instruction in Jungle Warfare in Manaus, Amazonas. · Aqui Talita B. Vicari ao lado de uma onça-pintada, mascote do Centro de Instrução de Guerra na Selva em Manaus (AM). |
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Tuesday, February 15th, 2005
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