|
Participe e dê você também sua opinião! Entre em contato através de e-mail.
Caros amigos,
quero primeiramente parabenizá-los pelo Site, muito bem montado e com
informações "preciosas". Queria
apenas exclarecer um ponto dentro do Curso "Som no Automóvel" publicado
no site. Rodrigo Furquim
Adquiri recentemente um MD SONY modelo MZ-R55. Um portátil que cabe no bolso da camisa. O MD é prático e muito eficiente ao que se propõe e vem subistituir as malfadadas fitas K7 com um certo atraso. Confesso que senti uma euforia adolescente ao gravar meu primeiro disquinho. O som fica um pouco diferente da gravação original em CD. Com certeza perde-se algumas frequencias médias, da mesma forma que os CDs amenizaram alcances de graves presentes no vinil. Estamos sempre ganhando e perdendo coisas. A impressão que tenho é que a tecnologia quer compactar tudo, minimizar ao máximo, criando formatos cada vez mais comerciais e de fácil consumo. No Japão o MD já faz parte do dia-a-dia. Agora chega
o MP3 que promete acabar com a necessidade de se ter uma mídia física
para veicular música. Mas de todas essas compactações inevitáveis, a mais
dramática recaiu sobre as capas dos discos em vinil. Antes traziam idéias
e conceitos visuais marcantes, em um tamanho reconhecível ao olho humano.
Hoje a arte se perde em espaços cada vez mais agonizantes. Graças a Deus
os Beatles lançaram Sgte. Peppers antes do CD, MD e MP3!
Tenho uma
grande dúvida! Hoje tenho um microfone Shure SM58 para gravacao
de vinhetas, e o meu home estúdio não tem isolamento acústico,
o que seria melhor,trocá-lo por um bom mic dinâmico como
o SM7 da Shure ou um a condensador.
Silvestre: Aí vai a resposta: Realmente,
sem tratamento acústico é temerário usar um microfone
a condensador. Destes citados por você, o AKG C414 é o melhor
e mais usado mundo afora. Mas o Shure SM58 não é um mau
microfone. Eu mesmo tenho um, que uso às vezes ao lado do C414,
para certas situações em que se faz necessário. Para
comprar outro, teste primeiro todos os modelos que tem em vista e ouça
o som de cada um nas mesmas condições acústicas. Sérgio
Izecksohn
Anderson & Amauri wrote: Caro colega Marcelo Yared: Sobre ligação
no modo bridge/estéreo ou só bridge no módulo PYRAMID: A minha dúvida reside se na última configuração com os dois de 10 polegadas no estéreo e o sub de 12 polegadas no ponte, como vão trabalhar mais ou menos na mesma frequência a impedância resultante seja compativel com a do módulo que é 2 omhs na estéreo e 4 omhs na bridge. Desde já muito obrigado e continue com o site que está excepcional na parte teórica. Saudações,
Prezado Amauri, A configuração
que você pretende para os dois alto-falantes de 10" e para
o de 12" vai lhe dar problemas de casamento de impedâncias
abaixo de 125Hz, isto porque cada canal do amplificador irá, abaixo
desta freqüência, enxergar, teoricamente, uma impedância
de aproximadamente 1,33 ohm, o que poderá sobrecarregá-los.
Observe que estamos falando em teoria e que, dependendo das características
dos alto-falantes utilizados e da qualidade Como eu suponho que a sua intenção é tirar a maior quantidade possível de graves utilizando todos os alto-falantes, estou considerando as seguintes hipóteses para ligação do conjunto, sem acréscimo de componentes adicionais: - caso os
seus alto-falantes de 6" consigam responder, nas portas, a partir
de 125Hz, o que é bastante provável, reduza a freqüência
de corte dos mesmos até aí, e ligue o conjunto dos dois
alto-falantes de 10" em paralelo, ligando o conjunto em série
com o alto-falante de 12", isto resultará em Observe que, dependendo da eficiência do conjunto, pode compensar utilizarem-se três alto-falantes com impedãncia final de 6 ohms ao invés de um com impedância de 4 ohms; - caso os seus alto-falantes de 6" das portas não consigam responder a partir de 125Hz, aumente a freqüência de corte do filtros passa-altas e passa-baixas para a freqüência o mais baixa possível a qual os mesmos consigam responder, e faça a mesma ligação sugerida no item anterior. Leve em
conta também a questão da imagem sonora resultante no interior
do veículo, pois a mesma pode vir a ser deficiente caso você
faça os alto-falantes do tampão trabalharem em freqüência
muito elevada. Creio que a Saudações,
Olá
Paulo, Eu desejaria informações técnicas sobre codificação do som em diversos formatos, do tipo: amostragem por tempo,como transformar niveis de tensão em código binário, quantos bits por nivel de tensão,etc. Eu preferiria
uns tutoriais,se voce tiver,ou se não, endereços na Internet
de páginas boas,pois tenho me perdido no meio de tanto lixo. Obrigado,
e até mais! Gabriel: Boa pesquisa.
Caro colega E.O.: Aconselho,
e considero uma prioridade, que reduza drasticamente o volume do retorno
de palco, seja ele o tradicional ou sem-fio. Um abraço. Opinião do Áudio Espresso: O Eduardo retoma um assunto da maior importância e que vem sendo subestimado pelo próprio pessoal que deveria estar discutindo esse assunto, os profissionais do áudio O tópico foi ariginalmente levantado pelo seguinte mail:
Prezados
senhores
Prezados companheiros, comprei recentemente um tape de Rolo AKAI DB-4000, talvez movido pelo saudosismo haja visto que no final da década de 70 possuía um idêntico; porém me recordo que tanto sua gravação/reprodução são de excelente qualidade/fidelidade. Porém estou enfrentando dificuldades para comprar novas fitas, e em função disso solicito-lhes que me indiquem alguma loja ou fornecedor destas mídias . Agradeço-lhes antecipadamente qualquer informação, e deste de já parabenizo-o pôr essa importante H.P e pela diversificação dos assuntos. Grato, Sylvio-Ouro Branco-M.G Sylvio: Para obter este tipo de produto você pode entrar em contato com a Quantegy pelos telefones (011) 277-4608 e 277-0153. Abraços. Carlos Eduardo Cardoso/Editor da Backstage
Olá amigos. Estou necessitando urgente do endereço e/ou telefone da ESBREL (a que vende esquemas de aparelhos eletrônicos). Se os senhores puderem me ajudar, desde já agradeço... Abraços, Eduardo Schlup Eduardo: O endereço da Esbrel é: Av Mal. Floriano, 167 Rio de Janeiro CEP 20001-970 Caixa Postal 1131 Tel: (021)223-2442
Prezado Professor Paulo Albuquerque: Parabens pelo novo leiaute de Audioespresso. Ficou muito bonito!! Gostaria de informá-lo que foi publicado um teste do amplificador em epígrafe na revista Car Audio and Electronics de fevereiro de 1999, que pode ajudar a esclarecer as duvidas daquele e-mail que o Sr. recebeu em Audioespresso. Não anexei o artigo em questão porque nao sei se estaria incorrendo em alguma ilegalidade, mas os resultados alcançados pelo articulista foram os seguintes: Potência maxima: 400 watts em 8 ohms - 0,7% DHT(continua); 780 watts em 4 ohms - 1,5% DHT; 1600 watts em 2 ohms - 6,0% DHT. Consumo de corrente à maxima potencia - 2 ohms: 152A Eficiencia (maxima potência): 77% a 4 ohms 73% a 2 ohms O articulista levou o amplificador ao ceifamento (leve, segundo o mesmo) em 2 ohms, resultando em 6% de distorçao, pois o fabricante esclareceu que a fonte do aparelho é regulada, o que significa que, ao cortarmos a impedância pela metade, a potência deveria dobrar. Observe que a eficiência nao é superior a 80% e que varia com a carga,mas que é bem melhor que a media dos amplificadores classe B que são comercializados. Um forte abraço, Marcelo Yared
Boa tarde, Prezado Ribamar, Você
pode tentar com o pessoal do CAM (Wladnei Damálio). Acredito que
eles Abraços,
|
|
Assuntos correntes
|